Distante está quem se esquece: A verdadeira medida da saudade


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Distante está quem se esquece: A verdadeira medida da saudade
Distante está quem se esquece, não quem apenas não pode ser tocado agora.
A verdadeira distância não se mede por quilômetros, fusos horários ou fronteiras geográficas. Muitas vezes, sofremos com a ausência física de alguém amado, acreditando que isso representa um afastamento real. No entanto, uma sabedoria profunda nos lembra: “Distante está quem se esquece, não quem apenas não pode ser tocado agora”.Vivemos em um mundo onde o toque e a presença tangível são supervalorizados como as únicas provas de afeto. Porém, os laços mais fortes são aqueles que resistem ao teste do tempo e do espaço. Quando mantemos alguém vivo em nossas memórias, em nossas conversas diárias e em nossos corações, essa pessoa nunca está verdadeiramente longe. A saudade, nesse contexto, não é um vazio, mas sim a prova contundente de que o que foi vivido foi real e continua existindo dentro de nós.O esquecimento é o verdadeiro abismo. É quando deixamos de cultivar o carinho, quando as histórias perdem a cor e o nome de alguém deixa de trazer um sorriso ao rosto. Isso sim é estar distante. Portanto, se você sente falta de alguém hoje — seja por uma viagem, por mudanças da vida ou até pela partida deste plano físico — console-se. Enquanto houver lembrança, haverá presença. O amor transcende o toque; ele vive na permanência da memória.

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