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Eliane Giardini

A beleza é o resultado de uma vida feliz.

É a primeira vez que eu caso em novela. Sempre venho com a família pronta.

Outro dia estavam fazendo uma reportagem sobre filhas que usam as roupas das mães e descobriram que sou eu quem abuso do guarda-roupa delas. [ Eliane Giardini ]

Sofri muito por não fazer sucesso. Ser casada com alguém da mesma profissão que se dá superbem é horrível.

Qualquer mãe acaba por ser condescendente com os seus filhos. Por mais que eles chorem, gritem ou se aborreçam, a mãe vai estar sempre ao lado deles, aconteça o que acontecer. Eu confesso que sou exageradamente uma supermãe!

Um pensamento muito disseminado nos meios intelectuais é que o mundo está perdido e que nada vale a pena. Esta é uma atitude paralisante e de repente nos surpreendemos em ver tanta gente envolvida em ajudar. Acho que a parte espiritual é a única solução para o mundo. À medida em que as pessoas descobrirem que tudo o que fazem ao próximo será para elas mesmas, o Planeta terá seu futuro garantido.

Detesto clima, detesto bico. Vou logo cutucar para ver o que há. O melhor é a gente dizer o que sente, em qualquer situação, entre mãe e filha, no trabalho, em tudo na vida.

Sempre que me chamam para um trabalho, morro de curiosidade para saber que imagem estão projetando de mim naquele momento.

Quando se descasa, deixa-se de ser a mãe para ser também a mulher solteira.

Paixão consome e acaba. O amor não; permanece.

Na primeira novela que fiz, me apaixonei pelo galã.

Há alguns anos, o casamento era um fator de dependência para a mulher, que era quase um animal doméstico.

Descobri uma feminilidade que não imaginava ter.

Sempre fui muito certinha.

Uma vez briguei no supermercado por causa de um peixe. No final peguei o peixe e o coloquei dentro da bolsa da mulher com quem discutia.

Às vezes estou com 2 quilos a mais ou 3 a menos. Mas como não sou sex-symbol, está bom.

A primeira vez que fui a praia, me senti uma orca: branca e gorda.

Não prefiro fazer novela, ou cinema, ou minissérie ou teatro. Gostoso é poder lidar com todas as linguagens, poder participar dos mais variados tipos de trabalhos, porque no final das contas, o mais importante é fazer um bom trabalho.

É desafiador, é claro que procurarei trabalhar nas razões para essa mulher ser tão má, e assim o trabalho fica mais humano. Ninguém é mau porque quer, não é mesmo. As vezes a vida destempera, e é isso que é bonito mostrar.

Fui feia quando criança, nunca me achei bonita.

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