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Jennifer Connelly

Você não pode prever o que a outra pessoa vai fazer e quando alguém vai embora.

Quando é bom é ótimo, realmente ótimo.

Quando fui para a universidade, não estava procurando por uma vocação e foi importante para mim ter minha própria experiência auto-edificante fora do cinema. Voltei a atuar porque é um excelente trabalho.

Vivemos no centro de Manhattan e temos grandes e belas janelas que apontavam diretamente para o World Trade Center. Eu estava em casa com Kai e vimos tudo acontecer. Eu o segurava no colo e estávamos olhando pela janela quando o segundo avião colidiu.

É um grande sentimento saber que estou indo para um filme que não tenho idéia do que se tornará, mas eu realmente confio em Ang Lee. Realmente confiei em Ron. É muito bom trabalhar com pessoas pelas quais você tem esta consideração.

Pessoas que são incapazes de ter qualquer tipo de relação íntima têm que encarar esta incrível voracidade e vazio, têm que se voltar para algum bem material para se sentirem completas.

É engraçado olhar para si mesma. Sabe como é quando olha pra trás nas velhas filmagens? É divertido olhar pra trás e para si mesma caminhando e falando aos 14 anos.

Quando li, pensei, que lindo roteiro. Adorei a história. Achei que foi muito bem abordada. Achei que foi ainda mais emocionante porque era uma história real e isso a tornou até mais envolvente.

Se você se preocupar demais em como quer que isso saia do outro lado, fica engessado. Tento confiar que tudo vai dar certo no final.

Escolhi não viver em Hollywood, e ao invés disso vivo no Brooklyn, Nova York. É assim que gosto de viver. Prefiro sair com meus filhos e a família quando não estou trabalhando. Ir às pré-estréias não é minha idéia de diversão.

Sempre quis entender as pessoas. Está na minha natureza compreender porque estamos aqui, e comunicar-se com as pessoas. Senti fortemente a idéia de parecer viciada. Não viciada em drogas, mas nas pessoas e em suas relações com as mães. As pessoas não se sentem protegidas e amadas.

Estou tão feliz pelos projetos que estou conseguindo realizar, estar envolvida em projetos como este. Nem sempre foi assim para mim, comecei a trabalhar quando era criança. Sou outra pessoa agora, tenho 30 anos. Comecei a trabalhar quando tinha 11 anos e isso é um tipo diferente de brincadeira pra mim.

Sou realmente apaixonada pelo que faço. Estou nisso porque amo o processo de trabalho. Adoro o processo criativo disso.

Sou realmente insegura e tenho medo de ser uma picareta, e como resultado quero interpretar pessoas inteligentes. Gosto de personagens complexas.

Tento me focar em minha vida e não ser arrastada pela fantasia de Hollywood.

Tento fazer um monte de pesquisa antecipadamente, assim eu sei onde quero chegar numa cena. Tento não me estressar demais com isso, pois acho que é a pior coisa.

Conheci Alicia. Eu queria conhecê-la antes de começarmos a trabalhar. Mesmo que este filme seja inspirado neles e em sua história, e os eventos de suas vidas, dessa mesma forma, nossa Alicia é uma versão ficcional da verdadeira Alicia Nash. Ela queria saber sobre Russell Crowe e como os filmes são feitos.

Eu vivo em Nova York, e sou mãe. Eu pego meu filho e vamos para os parques infantis.

Tive bons momentos trabalhando com Russell Crowe, Ron Howard e Ed Harris. Era um grande elenco e Russell trabalhou realmente duro, fazendo toneladas de pesquisa e questionando tudo.

Senti por muito tempo que isso é o que eu quero fazer, por isso estou feliz neste momento por poder passar meu tempo trabalhando em projetos que me empolgam, e o resto do tempo apenas vivo a minha vida.

Não sei se eu era uma estrela. Com certeza eu estava trabalhando muito e foi estranho pois havia coisas legais nisso e coisas que eram difíceis.

Nem sempre eu gosto do meu comportamento. Nunca conheci ninguém que fosse perfeito o tempo todo.

Eu termino de ler um roteiro e digo, por quê estão fazendo isso e do que eles estão falando? Gosto de tentar e de ser responsável em minhas escolhas neste aspecto.

Eu acredito piamente em fantasmas e no abstrato. Parece que há um monte de seres assombrados caminhando lá fora.

Eu não esperava ganhar o Oscar. Você cresce assistindo ao Oscar na TV e acha que isso acontece com pessoas imaginárias. Foi algo muito surreal.

Não posso comentar sobre nenhuma percepção externa. Estou feliz de sair e falar sobre filmes em que trabalhei num ambiente como este. Fora isso, tenho minha própria vida que é muito diferente e particular.

Crescer, sendo vista no exterior… isso meio que exige demais e talvez eu devesse fazer algum tipo de trabalho físico – pode ser mais relaxante. Mas não posso, não é da minha natureza.

Tudo muda quando se é mãe. Sim, o trabalho mudou. Os projetos que eu escolho são até mais importantes para mim agora. O mundo no qual ele está crescendo e os tipos de estímulos que estão lá fora; eles são tão preciosos e eu faria qualquer coisa para protegê-los.

‘Dark Water’ foi um dos meus filmes favoritos por causa de Walter. Eu vi os filmes que ele dirigiu antes, ‘Central do Brasil’ e ‘Diários de Motocicleta’, e os achei ótimos. Eu realmente confiei nele.
Obs.: Referindo-se ao diretor brasileiro Walter Salles.

Uma cena de amor é como qualquer outra cena, apesar do contato físico e você ficar imaginando onde colocar cada parte do seu corpo.

Adoro ler um livro enquanto faço sexo. E falar ao telefone. Dá muito prazer.
Obs.: Atriz, sobre sua versatilidade nos momentos íntimos com o marido, Paul Bettany.

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