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Maradona

Romário tem colhões. Falta algo a Ronaldo.
Obs.: Maradona, em entrevista à revista argentina El Gráfico.

Fiz o gol com a minha cabeça e a mão de Deus.
Obs.: Sobre o gol na copa de 86 contra a Inglaterra.

Sou um baixinho da Xuxa.
Obs.: Em 2005, recebendo a loirinha em seu programa na TV Argentina.

Para mim, ele é um assassino, nos despreza e nos pisa.
Obs.: Em 2005, sobre o presidente dos EUA.

Minha mãe acha que sou eu, e a mãe dele acha que é ele.
Obs.: Em 2005, depois de entrevistar Pelé em seu programa de TV, ao ser perguntado por um repórter sobre quem era o melhor jogador.

Acho que El Barba me desligou da tomada e depois me ligou novamente.
Obs.: Em 2005, dizendo que Deus o ajudou a abandonar as drogas.

Ronaldinho Gaúcho é o melhor do mundo porque joga bola para se divertir.

Estou recuperando, mas não curado.
Obs.: Em 2005, em visita à Espanha, ao afirmar que perdeu 27 quilos desde sua cirurgia no estômago, há dois meses, mas ainda não terminou seu tratamento contra as drogas.

Sempre me chamaram de homossexual e nunca denunciei ninguém. Como deveria chamar Pelé? Loiro de olhos azuis? Não. Deveria chamá-lo de negro.

Foi mais do que vencer um time de futebol. Derrotamos um país. Dissemos que o esporte nada tinha a ver com as Malvinas, mas sabíamos que, na guerra, morreram muitos argentinos, baleados como pássaros. Aquilo era a vingança.
Obs.: Em 2004, em trecho de sua biografia sobre o triunfo da seleção de seu país sobre a da Inglaterra nas quartas-de-final da Copa do Mundo de 86, no México.

Comandante, estou voltando.
Obs.: Em 2004, em comunicado ao ditador Fidel Castro avisando-o que continuaria em Cuba o seu tratamento contra a dependência química.

Lá na clínica tem um cara que diz que é Napoleão e outro que pensa que é San Martin. Quando digo que sou o Maradona, eles não acreditam.

Estou perdendo para as drogas de nocaute.

Tragam-me uma bola, assim posso mostrar que estou bem.
Obs.: Em 2004, aos médicos da clínica onde ficou internado durante 12 dias após uma overdose de cocaína.

Pelé é um demagogo. E se entregou à política.

Aquele crioulo é muito feio. Eu não sou tão feio como ele.
Obs.: Em 2004, referindo-se a Pelé.

Não devemos achar que já ganhamos, porque, se os negritos despertarem, estamos perdidos.
Obs.: Em 2003, às vésperas da partida final entre Santos e Boca Juniors.

Estamos assim por nossa culpa. E se elegermos sempre os mesmos a culpa também será nossa.
Obs.: Em 2003, ao anunciar não votaria nas eleições da Argentina. [ Maradona

Estou treinando como um animal.
Obs.: Em 2003, ao comentar a dedicação ao golfe.

Não joguei nenhuma bomba nuclear neles. Se querem salvaguardar os japoneses, deveriam impedir a entrada de jogadores americanos.
Obs.: Em 2002, quando teve negado seu pedido de visto par ir ao Japão, supostamente por ter sido processado em seu país pelo uso de cocaína, em 1991.

Parece que matei um japonês.
Obs.: Em 2002, quando foi proibido de entrar no Japão pelo processo por uso de drogas.

Esqueçam minha condição física e minha barriga, e me deixem desfrutar o momento.
Obs.: Em 2001, sobre o jogo de despedida.

Ele precisa despertar da siesta muito longa que anda dormindo.
Obs.: Em 2001, sobre o presidente da Argentina, Fernando de la Rua.

A droga é o que há de pior no mundo, mas os que mandam estão todos metidos com ela. Se não a usam, se calam com o dinheiro do narcotráfico.

Temos um país careta e não podemos mudar. Quando alguém erra, parece que nunca será perdoado.
Obs.: Em 2001, reclamando não ter recebido convite para ser técnico de times argentinos.

Fidel não descobriu nada. Lambemos as botas dos ianques há muito tempo.
Obs.: Em 2001, em apoio à declaração de Fidel Castro sobre a subserviência da Argentina aos Estados Unidos.

O futebol é a única coisa que está dando certo na Argentina.
Obs.: Em 2000, comentando a crise econômica em seus país.

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