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Caetano Veloso

Não sou modesto, sou leonino, mas sempre que pude melhorei.

Sou um subintelectual de miolo mole.

Eu merecia esse prêmio. Melhor cantor, sem modéstia.

Senti uma reação, mas não sei de onde veio… Será que foi da Comissão de Ética do Senado? Após ter sido vaiado ao cantar um trecho do funk Um Tapinha Não Dói.

Não sou branco. Nem sou homem.
Obs.: Comentando crítica que o retratou como marcado pela culpa por ser branco e homem.

Agora, é votar no Lula.

Eu votaria no Lula, no Ciro, votaria no Serra.

Temo que esse projeto venha a ser um sintoma da mania brasileira de não dar certo. Toda essa tradição de sucesso da música popular no Brasil se deu também por causa da parceria com a indústria multinacional. Atacá-la agora, quando ela está mais fraca, é doentio.
Em artigo que criticava um projeto da deputada federal Tânia Soares (PC do B-SE).

Não acredito em Deus nem em vida após a morte.

Um dia fui cantar uma música e meu filho disse: Pô, pai, ela não é muito longa não, né?’

Eu tinha medo de eles quererem fazer de eleição revolução. Sou muito ignorante em política, mas tinha medo. Eu era igual à Regina Duarte. Mas votei no Lula. E vi que não. O momento era Lula, o Brasil tinha de ser isso.

Estou muito feliz com a atuação do Gil, porque ele se sente tão bem. Ele está feliz, estou feliz também. Uma coisa é certa: ele trouxe uma visibilidade e um peso para o Minc que ele nunca teve antes.
Sobre o desempenho de Gilberto Gil à frente de pasta da Cultura.

O nome da solução do problema Brasil é São Paulo feliz.

Vivemos com medo e isso nos leva a apoiar os líderes mais inaceitáveis.

Quem convidou este menino? Ele é mais velho e ainda por cima é filho do Romário?

Não foi problema pessoal. Só de ponto de vista. Fazendo as pazes com o ministro Gilberto Gil.

Fui à praia usando uma sunga de jérsei azul-rei, da marca Blue Man, com etiqueta na parte interna e um bordado da marca no lado esquerdo da parte da frente. É um sungão, não é uma cueca.

Chorei duas horas seguidas depois de assistir ao show ‘Gal Tropical’ só por causa do ‘Balancê.

Gal só me surpreendeu uma vez: quando a conheci e a ouvi cantar. Foi uma surpresa tão grande e tão profunda que ainda hoje vivo sob seu impacto.

Além de virtuoso das rimas e dos ritmos verbais, Chico Buarque é um sujeito excepcionalmente elegante, discreto e generoso.

Tenho canções legais. Não são grandes canções, mas se vinculam com a história brasileira. Tiveram graça no momento e no modo em que apareceram. Talvez algumas sejam até bonitas em si.

Eu dizia sobre os arranha-céus de Nova York que, olhando para eles, tinha a impressão de que já haviam sido destruídos há muito tempo.

Osama Bin Laden é um homem bonito e se parece com algumas pessoas da minha família.

Nunca entendi desse negócio de dinheiro. Nem sei quanto eu ganho.
Obs.: Sobre a declaração de Gilberto Gil de que era impossível viver recebendo o salário de R$ 8 mil como ministro da Cultura.

Sou modesto no que diz respeito à criação e não o sou pessoalmente. Me acho melhor do que Chico, Milton e Gil juntos.

De perto ninguém é normal.

Meu negócio agora é sexo e amizade. Acho esse negócio de amor uma coisa muito chata.

Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.

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