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Emerson Fittipaldi

Você tem que visualizar um segundo ou dois à frente do seu carro sobre qual caminho você vai pegar, o que você vai fazer, antes de chegar lá, pois tudo acontece muito rápido.

Você tinha que aliviar a pressão antes da corrida. Ensinei o meu coração a relaxar. Eu me deitava antes da corrida. Isso me dava mais energia antes da competição.

Você percorre um campo de futebol em um segundo. Isso significa que seu cérebro está recebendo informações de seu corpo do que o carro está fazendo fisicamente, batida, balanço, performance.

Quando comecei a pilotar na Fórmula 1 nos anos 1970, as chances de sobreviver eram 7 para 1. Arriscadíssimo. Hoje em dia, as chances são de 800 para uma.

Competir na Fórmula 3 é muito arriscado e eu não vou ter esta chance. Graças a Deus!

Há tantos jovens talentos no Brasil. Há muita esperança em Felipe Massa. É muito difícil julgá-lo em seu primeiro ano, mas no final vamos ter uma idéia melhor de como ele vai se sair na Fórmula 1.

A mente de um piloto tem que ter a habilidade de antecipar, coordenar e mostrar reflexo. Por conta da velocidade que o carro atinge.

A primeira coisa que um piloto deve ter é uma excelente antecipação. Ele deve saber o que vai acontecer antes que aconteça.

O esporte é um meio de entretenimento, para as pessoas de diferentes lugares, e para as pessoas que dedicaram suas vidas a alcançar o melhor nos esportes.

Smith me ensinou a visualizar a corrida. Isso me acalmava. Eu conseguia até dormir antes das competições.

É mais seguro pilotar hoje, por causa das mudanças feitas nos cockpits dos veículos, nas pistas e nos equipamentos que são usados pelo piloto e pelo carro.

A Fórmula Indy é muito mais agressiva.

Na verdade, a minha vida toda é um risco.

Eu era extremamente sortudo. Tive alguns grandes acidentes e ainda continuo aqui, graças a Deus.

Na largada eu era extremamente agressivo.

Quero ser o melhor do mundo.

Acho muito difícil alguém querer voltar e fazer uma corrida da forma correta, pois trata-se de um esporte muito arriscado.

Eu corri uma boa parte da minha vida mas não é uma necessidade minha pilotar. Porém, preciso estar envolvido com as corridas.

Sei se alguém está se aproximando do meu lado direito. Posso sentir.

Como piloto de corridas, tenho que correr o risco.

Vou ver o Grande Prêmio todo ano, e assisto todas as corridas na TV, com certeza. Provavelmente devo ir a umas três ou quatro corridas de Cart e três ou quatro de Fórmula 1, por ano.

Moro em São Paulo, Brasil, mas sempre venho aos EUA e viajo pelo mundo todo.

Gary Smith, quando eu cheguei na América, me ensinou muito sobre corridas.

Sou muito religioso. Por toda a minha carreira, me dei paz mental.

Todo piloto de corridas tem que ser um bom motorista.

Para eu guiar, o mais importante é eu me sentar bem. Sentir o banco. Só no banco do Copersucar foram feitas mais de 15 modificações.

Eu acho que carro é que nem mulher. Por exemplo, ao ver passar na rua uma Lamborghini, uma Ferrari, uma Mercedes, qualquer homem olha.

Não sei se a vida eterna existe, mas eu não quero ir lá conferir.

O automobilismo é um risco calculado. Fico mais preocupado ao fazer viagens comuns entre São Paulo e minha fazenda em Araraquara que largando numa corrida.

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