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Karl Marx

Na relação com a mulher, como presa e servidora da luxúria coletiva, expressa-se a infinita degradação na qual o homem existe para si mesmo, pois o segredo desta relação tem sua expressão inequívoca, decisiva, manifesta, desvelada, na relação do homem com a mulher e no modo de conceber a relação imediata, natural e genérica.

O tempo é o campo do desenvolvimento humano.

Sem sombra de dúvida, a vontade do capitalista consiste em encher os bolsos, o mais que possa. E o que temos a fazer não é divagar acerca da sua vontade, mas investigar o seu poder, os limites desse poder e o caráter desses limites.

Do mesmo modo que não podemos julgar um indivíduo pelo que ele pensa de si mesmo, não podemos tampouco julgar estas épocas de revolução pela sua consciência, mas, ao contrário, é necessário explicar esta consciência pelas contradições da vida material, pelo conflito existente entre as forças produtivas e as relações de produção.

Tudo o que é sólido se desmancha no ar.

De nada valem as idéias sem homens que possam pô-las em prática.

O capitalismo gera o seu próprio coveiro.

O trabalhador só se sente a vontade no seu tempo de folga, porque o seu trabalho não é voluntário, é imposto, é trabalho forçado.

Os filósofos se limitaram a interromper o mundo de diversas maneiras; o que importa é modificá-lo.

A história de toda a sociedade até hoje tem sido a história das lutas de classe.

Ser radical é agarrar as coisas pela raiz, e a raiz para o homem é o próprio homem.

O povo que subjuga outro, forja suas próprias cadeias.

O homem faz a religião, mas a religião não faz o homem.

O primeiro requisito da felicidade dos povos é a abolição da religião.

As revoluções são a locomotiva da história

Os homens fazem a sua própria história, mas não o fazem como querem… a tradição de todas as gerações mortas oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos.

Não é a consciência do homem que lhe determina o ser, mas, ao contrário, o seu ser social que lhe determina a consciência.

Se o bicho da seda tecesse para ligar as duas pontas, continuando a ser uma lagarta, seria o assalariado perfeito.

O que distingue uma época económica de outra, é menos o que se produziu do que a forma de o produzir.

A tortura deu lugar às descobertas mecânicas mais engenhosas, cuja produção dá trabalho a uma imensidade de honestos artesãos.

Uma idéia torna-se uma força material quando ganha as massas organizadas.

Quanto menos comes, bebes, compras livros, vais ao teatro e ao café, pensas, amas, teorizas, cantas, sofres, praticas esporte, etc., mais economizas e mais cresce o teu capital. «És» menos, mas «tens» mais. Assim, todas as paixões e atividades são tragadas pela cobiça.

Os filósofos limitaram-se a interpretar o mundo de diversas maneiras; o que importa é modificá-lo.

O dinheiro é a essência alienada do trabalho e da existência do homem; a essência domina-o e ele adora-a.

O caminho do inferno está pavimentado de boas intenções.

A religião é o ópio do povo.

A religião é o suspiro da criança acabrunhada, o coração de um mundo sem coração, assim como também o espírito de uma época sem espírito. Ela é o ópio do povo.

A propriedade privada tornou-nos tão estúpidos e limitados que um objeto só é nosso quando o possuímos.

Os operários não têm pátria.

As idéias dominantes numa época nunca passaram das idéias da classe dominante.

A história da sociedade até aos nossos dias é a história da luta de classes.

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